segunda-feira, 19 de março de 2007

C O P A C A B A N A


Em Copacabana passei minha infância, adolescência e juventude. Morava, para ser mais preciso, na Rua Sá Ferreira, no Posto 6.
Naquela época, tinhamos no Posto 6 a extinta e saudosa TV Rio-Canal 13. Lá, entrei num estúdio de TV pela primeira vez, pois participava no programa "Pullman Júnior". Nas areias dessa praia, que tinha apenas uma pista de mão dupla, eu dava os meus primeiros mergulhos e pegava jacaré em prancha de isopor. Lembram?
Por isso, hoje, quando vejo a novela "Paraíso tropical", de Gilberto Braga, fico emocionado. Quando toca a música de abertura "Sábado em Copacabana", choro feito criança, ainda mais na voz de Maria Bethânia:
"Depois de trabalhar toda a semana/ Meu sábado não vou desperdiçar/ Já fiz o meu programa pra essa noite/ E já sei por onde começar/ Um bom lugar, pra se encontrar, Copacabana/ Pra passear, à beira-mar, Copacabana/
Depois um bar à meia-luz, Copacabana/ Eu esperei por esta noite uma semana/ Um bom jantar, depois dançar, Copacabana/ Pra se amar, um só lugar, Copacabana/ A noite passa tão depressa/ Mas vou voltar lá pra semana/ Se encontrar um novo amorCopacabana".

3 comentários:

Cris disse...

Larga de ser bobo e pára de chorar quando ouve Sábado em Copacabana. Tira aquele calção listrado do fundo do armário, pega sua boinha de braço e a prancha de isopor e vai logo mergulhar essa saudade na praia. Só toma cuidado para desviar do cocô, heim?

Cida disse...

Querido Paulo, que delícia esse blog!Copacabana também é a minha história e a história do glamour carioca. Espero mais e mais histórias do nosso amado bairro.

Senna carioca disse...
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